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Na meia noite do dia 31 de dezembro, queimar o ano que passou é tradição em alguns países da América, especialmente o Equador. A Rua 6 de Marzo e o sul de Guayaquil são invadidos por bonecos de todos os tamanhos confeccionados para este fim: os Años Viejos. Os preços e tamanhos variam, e por menos de um dólar o transeunte pode posar para uma foto com um boneco. Nas ruas do subúrbio, a competição para ganhar os concursos anuais gera bonecos gigantescos e cada vez mais elaborados, que têm referências no cinema, quadrinhos, desenho animado e revelam aspectos interessantes da cultura, do cotidiano, e da política. Segundo Rodolfo Kronfle Chambers, autor do livro 1998-2009 HISTORIA(S)_ en el arte contemporáneo del Ecuador, curador, crítico de arte e editor do blog Río Revuelto, são verdadeiras manifestações da Arte Popular Contemporânea equatoriana. São dele, e do fotógrafo Ricardo Bohórquez, as imagens que você verá (antes que queimem!) nesta galeria. |

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Mais que uma mostra fotográfica, esta obra é uma
reflexão sobre a vida a partir dos caminhos que traça o artista David Jara (Quito|Equador) no
bosque chuvoso da província de Esmeraldas, onde descobre a si mesmo
como parte de um mundo mágico.
“El bosque me despertó del letargo
de realidad asfáltica en el que estaba sumido y simplemente me transportó en la
imponencia de su clima; en la omnipresencia del agua.
En medio del bosque surgió una
inquietud: ¿Hay algo realmente inherente a los seres humanos? La palabra la
tuvieron los árboles y lo que me susurraron fue: el espíritu. De aquella
lección cuya aprehensión aún llevo en construcción, surge esta obra como un
acto instintivo de Devolución. ¿Devolver qué? Pues parte de mi sombra y de sus
sombras, de su mirada, de sus juegos, colores, temores, respeto. Parte de
mi ser se quedó allí y ahora devuelvo simplemente esta carne vegetal en la que
ellos me habitan todavía…”
David Jara Cobo
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acción arte itinerante | latinoamérica |
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uma mochila, um mapa, um projeto de arte... e muitas Américas por delante!
a artista visual marília palmeira saiu de salvador - bahia - brasil com o objetivo de percorrer sete países da américa do sul (uruguai, argentina, chile, bolívia, peru, equador e colômbia) e entrevistar jovens artistas contemporâneos. dessa viagem de reconhecimento do espaço latinoamericano, resultaram exposições itinerantes, entrevistas, ações e imagens, que podem ser conferidas nesta galeria.
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danzando en el barrio chino |
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camino a las celebraciones del año nuevo chino, en la ciudad de lima,
me deparé con una familia que realizaba un despliegue de danzas y músicas
afroperuanas esperando alguna colaboración de los varios transeúntes que por
ahí pasaban. esta no es una escena extraña para quien transita con cierta
regularidad por el centro de la ciudad, por el contrario, y no sólo me
refiero a la danza, pero a que expresiones culturales diferentes (la celebración
del año nuevo chino y la danza y música afroperuana) se den en un mismo
espacio, sin que existan límites que definan espacios exclusivos para su
expresión. la serie de fotos corresponde a lo que ocurre cotidianamente
en una ciudad como lima, donde la diversidad es el regente del día a día.
(alba solís, peru) |
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latitudes chilenas - gil carvalho |
Espremido entre o oceano e a cordilheira, estendido entre o deserto e o gelo, o Chile coloca-se à disposição de todos aqueles que buscam um país singular, com paisagens e natureza extraordinários e um povo acostumado ao movimento, tanto no sentido físico - devido aos constantes movimentos tectônicos - quanto no figurado – causado pela história acidentada do país. Aqui apresento fotos que congelam no tempo e no espaço alguns aspectos dessa nação.
Gilson Carvalho, jornalista e pesquisador |
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